Ok, este jah foi. Devo dizer que realmente me empolguei no fim ...
Alguns me disseram q a história por ser curta parece mais um conto... Realmentenão fiquei satisfeita com essa, tenho certeza que poderia ter saído melhor, pensei até em mudar um pouco os rumos da história.... mas minha falta de temo me fez desistir e deixá-la crua como se encontra.
Apesar d td espero q gostem ... ainda não sei ql será minha próxima postagem ....
mas em breve decido ..
bjoo
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Sobre: Um amor Quase perfeito
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*May!
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segunda-feira, 28 de julho de 2008
Um Amor Quase Perfeito - Cap. 18
Devido ao rumo que as coisas tomaram fui conversar com Carol na prisão, dizia-se arrependida e que tudo o que queria era ter filhos e que não fez por mau. Mas eu via o ódio nos seus olhos como nunca havia visto...
Minha vida havia acabado estava sozinho, sentia-me enganado, traído e sem motivação para viver.
Numa noite após o julgamento que condenou as duas, tinha a sensação de “justiça feita” decidi suicidar-me (confesso não ter pensado nos gêmeos ao tomar essa decisão) já estava sentado em cima ao prédio do meu trabalho, acima de seu décimo quinto andar, sentei-me e pensando nos últimos acontecimentos vi uma mulher... ela olhou para mim e disse:
- Não me diga que quer se matar também?
- Digo sim...
- Então arranje outro edifício que este aqui já é meu!
Depois disso estou vivendo com ela graças a ela não me matei e sobrevivi o suficiente para estar aqui e escrever este livro...
FIM!
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*May!
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Um Amor Quase Perfeito - Cap. 17
Lembro- me muito bem até hoje, palavra por palavra o que me disseram naquele dia, o dia em que minha vida que já estava desmoronando foi abaixo de vez.No momento que entrei na sala do delegado ele olhou muito sério para mim e antes que eu dissesse qualquer coisa começou a falar:“ Eu sei que não sabia de nada, essas duas mulheres são duas assassinas estão sendo responsabilizadas pelos assassinatos de sua irmã, seu cunhado e seu amigo Paulo. Nós andamos fazendo muitas investigações, como vocês já disseram no depoimento Carol sempre quis ter filhos, foi o que a levou a matar sua irmã e o marido, ela queria ficar com as crianças. O encontro entre vocês e o casal Ana e Paulo na lua de mel foi todo arquitetado por elas. Ana matou o marido para herdar a herança e se livrar das implicâncias que ele tinha com ela graças a pequenos detalhes domésticos... As duas conheciam-se dês de a infância e foi aí que mataram os o próprio pai, ah já ia me esquecendo são irmãs por parte de pai, voltando ao assunto ... mataram-no por que não queria deixa-las sob a guarda de suas mães...depois disto mudaram de nome e foram viver pelo mundo foragidas e até esquecidas até hoje.E para poder prende-las precisávamos de provas, encontramos fios de cabelos nas vítimas e uma marca na madeira da cama de cada uma das vítimas: uma estrela dentro de um círculo. A mesma tatuagem que as duas tem no pescoço. Com isso serão julgadas em breve e mui possivelmente condenadas a muitos anos de prisão.”Ouvi tudo isto calado, não sabia como reagir esta não era a doce, simples, simpática, carinhosa e delicada Carol que eu conheci, eu não convivi com este monstro que me disseram. Ia-se embora meu amor perfeito...Naquele dia passei mal e fui hospitalizado.
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domingo, 27 de julho de 2008
Um Amor Quase Perfeito - Cap. 16
Um susto
Numa segunda-feira pela manhã a polícia veio até minha casa. Levou –nos uma intimação, deveríamos depor sobre a morte de Paulo.
E assim o fizemos. Após nosso depoimento imediatamente expediram uma mandato de prisão para Ana e Carol, eu fiquei sem entender nada e me irritei: o que eles acham que estão fazendo?
Pediram para eu me conter, me levaram até a sala do delegado.
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*May!
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sexta-feira, 25 de julho de 2008
Um Amor Quase perfeito - Cap. 15
Uma Nova Perda.
Paulo, desta vez havia sido Paulo a vítima, mais um assassinato, mais suspeitas recaem sobre Ana, confesso que cheguei a pensar seriamente que Ana poderia vir a ser a assassina.
O crime? Estava certamente ligado ao outro, o mesmo tipo de assassinato, a facadas em lugares bem parecidos, desta vez minha esposa havia estado com o casal um dia antes e alegou Ter ouvido uma pequena discussão entre o casal, porém nada que se possa desconfiar.
Desta vez a polícia estava mais intrigada e cada vez menos expunha-nos os fatos, eu queria justiça e ajudava-os no que podia...
Naquele dia encontrei Carol no quarto, chorando desesperadamente. Perguntei a ela o que havia acontecido, embora não tenha estranhado esta reação, ela sempre foi muito sensível e chorava com facilidade. Ela me disse soluçando:
- Eu já não agüento mais tantas mortes tantas desgraças, eu não quero mais, não quero mais, não quero , não quero , mas eu não posso eu já nem sei mais , não quero , não , não quero.
Depois de dizer isto desmaiou.
Levei-a ao médico e também ao psicólogo, ambos disseram que era conseqüência dos últimos acontecimentos e recomendaram que ela não passasse mais por fortes emoções.
Ana apesar de estar cheia de problemas por ser acusada pelos assassinatos estava sempre conosco e dando apoio a Carol , que parecia sentir- se bem melhor ao seu lado...
Ana realmente não podia ser uma assassina.
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*May!
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quinta-feira, 24 de julho de 2008
Um Amor Quase perfeito - Cap. 14
Uma Tentativa.
Uma tentativa. Sim uma tentativa de voltar a normalidade, mas apenas uma tentativa era impossível nossa vida havia tido uma louca reviravolta na ultima semana, a falta que Lisa e seu marido nos fazia, e que atormentava mais ainda as crianças que choravam muito. A própria presença das crianças... não éramos acostumados a viver em mais de dois em uma casa, todavia estávamos nos saindo bem.
Não dava para voltar a uma vida normal com a constante presença de investigadores em nossa casa, que cada vez mais encontravam perguntas a serem feitas.
Ana, Ah! Pobre Ana...não acredito que seja ser tão dissimulado a ponto de matar minha irmã, como a polícia andava achando, e ainda ir chorar em seu velório. Decerto andam considerando demasiadamente aquela briga boba que tiveram ambas naquela triste noite.
Mas... quem poderia Ter feito aquela maldade, o crime parecia perfeito demais. Que eu soubesse Lisa e seu marido nunca tiveram “inimigos” ou ao menos desavenças com ninguém, muito pelo contrário, muitas pessoas eram gratas a minha irmã por Ter cuidado com tanto carinho de suas crianças, como médica pediatra.
Meu Deus, como isso pode acontecer...
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*May!
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segunda-feira, 21 de julho de 2008
Um Amor Quase perfeito - Cap. 13

O dia seguinte.
Como podem imaginar o dia seguinte foi terrível, Ter que cuidar dos problemas do velório e do enterro. E tentar ser forte diante dos fatos, minha irmã era tudo para mim uma pessoa que sinceramente não merecia morrer, ela e o marido muito jovens para um destino tão cruel... Os gêmeos do alto de seus 2 anos de idade, perguntavam de seus pais, e Carol tentava explicar a eles de uma maneira que só ela sabia falar esse tipo de coisa, ela já nem parecia tão abalada, para que as crianças não sofram mais... Ana e Paulo, foram ao velório e ao enterro, ambos pareciam muito tristes com o fato ocorrido. Eu estava tão ocupado que mal pude falar com eles, mas nos encontramos depois do enterro na delegacia para prestar depoimento sobre a noite do assassinato. Um por um fomos interrogados, na verdade relutei em ser interrogado neste dia pois não era nada confortável para nenhum de nós falar sobre esse acontecimento ainda tão recente, contudo respondemos as perguntas e nos livramos desta obrigação. Ganhamos a guarda temporária dos gêmeos, o que já era de se esperar, éramos a família mais próxima deles, e Carol já tinha muita prática em cuidar dessas crianças.
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*May!
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