segunda-feira, 28 de julho de 2008

Um Amor Quase Perfeito - Cap. 18


E depois...

Devido ao rumo que as coisas tomaram fui conversar com Carol na prisão, dizia-se arrependida e que tudo o que queria era ter filhos e que não fez por mau. Mas eu via o ódio nos seus olhos como nunca havia visto...
Minha vida havia acabado estava sozinho, sentia-me enganado, traído e sem motivação para viver.
Numa noite após o julgamento que condenou as duas, tinha a sensação de “justiça feita” decidi suicidar-me (confesso não ter pensado nos gêmeos ao tomar essa decisão) já estava sentado em cima ao prédio do meu trabalho, acima de seu décimo quinto andar, sentei-me e pensando nos últimos acontecimentos vi uma mulher... ela olhou para mim e disse:
- Não me diga que quer se matar também?
- Digo sim...
- Então arranje outro edifício que este aqui já é meu!
Depois disso estou vivendo com ela graças a ela não me matei e sobrevivi o suficiente para estar aqui e escrever este livro...



FIM!

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