Na biblioteca.
Na semana seguinte retornei.
E ao encontrar o livro que queria tentei retira-lo de seu lugar na estante, e ao conseguir derrubei mais uns três livros junto, graças ao “buraco que abri na estante pude ver do outro lado o outro corredor.
- Carol!?!
- Como sabe meu nome?
- Eu te atendi no correio semana passada... Não lembra?
- Ah! Desculpe-me sou tão distraída que nem ao menos sou capaz de guardar uma fisionomia.
- Não se desculpe quem se lembraria de um atendente de correio...
- Quem se lembraria de uma das centenas de pessoas que devem passar por lá diariamente? Disse ela com uma fisionomia um tanto enigmática ao mesmo tempo engraçada. – nem ao menos sei seu nome!
- Claro, eu já deveria Ter me apresentado, prazer Ezequiel.
- Hum! Que nome diferente, mas bonito. Espere aí!
Então ela saiu do meu limitado campo de visão, e eu fiquei a arrumar os livros que havia derrubado! E comecei a foliar o livro que pretendia levar. Quando sinto duas mãos frias tampando meus olhos. E num impulso digo :
- Carol!
- Carol? Quem é essa?
Me virei para trás já com os olhos destampados e vi, minha irmã com as mãos na cintura e a sobrancelha esquerda arqueada com cara de interrogação (curiosidade).
- Uma amiga, que estava conversando comigo à pouco.
- Sei amiga... Eu percebi o jeito como você pronunciou “Carol”.
- Lisa, Você percebe coisas demais! Disse eu em tom de brincadeira.


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