sexta-feira, 9 de maio de 2008

Um Amor Quase perfeito - Cap 2.

Na biblioteca.

Na semana seguinte retornei.

E ao encontrar o livro que queria tentei retira-lo de seu lugar na estante, e ao conseguir derrubei mais uns três livros junto, graças ao “buraco que abri na estante pude ver do outro lado o outro corredor.

- Carol!?!

- Como sabe meu nome?

- Eu te atendi no correio semana passada... Não lembra?

- Ah! Desculpe-me sou tão distraída que nem ao menos sou capaz de guardar uma fisionomia.

- Não se desculpe quem se lembraria de um atendente de correio...

- Quem se lembraria de uma das centenas de pessoas que devem passar por lá diariamente? Disse ela com uma fisionomia um tanto enigmática ao mesmo tempo engraçada. – nem ao menos sei seu nome!

- Claro, eu já deveria Ter me apresentado, prazer Ezequiel.

- Hum! Que nome diferente, mas bonito. Espere aí!

Então ela saiu do meu limitado campo de visão, e eu fiquei a arrumar os livros que havia derrubado! E comecei a foliar o livro que pretendia levar. Quando sinto duas mãos frias tampando meus olhos. E num impulso digo :

- Carol!

- Carol? Quem é essa?

Me virei para trás já com os olhos destampados e vi, minha irmã com as mãos na cintura e a sobrancelha esquerda arqueada com cara de interrogação (curiosidade).

- Uma amiga, que estava conversando comigo à pouco.

- Sei amiga... Eu percebi o jeito como você pronunciou “Carol”.

- Lisa, Você percebe coisas demais! Disse eu em tom de brincadeira.



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