sábado, 6 de setembro de 2008

O amor é para os fracos!

O amor nos torna fracos.. nos deixa mais expostos, mais bobos, mais vulneráveis, cegos que não querem ver!
Os fortes não amam... nunca tiveram o azar, ou a sorte... cada caso é um caso, no meu
sorte... azar, depois sorte, depois azar de novo e assim por diante... azar agora.
Reciprocidade é sorte.
Reciprocidade parcial azar.
Total falta de reciprocidade Azar!
Ou seja jogamos um jogo com 33,3333%.... chanches de dar realmente certo.
Seria essa a matemática do amor????
Muitas vezez... enfraquecidos apostamos no 33,3333...% quando os outros 66,6666...% nos cerca!

Apostemos no 33,333...% e sejamos fracos assumidos!

Oooou...

Sejamos Fortes, ou finjidos.. 66,666...% de chances é mais palpável!

E vivamos de filmes deprês, chocolates em formato de coração e remédios para dormir.. desde q qdo o sol nascer abramos um sorriso como se fosse irreal!

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Sobre: Um amor Quase perfeito

Ok, este jah foi. Devo dizer que realmente me empolguei no fim ...
Alguns me disseram q a história por ser curta parece mais um conto... Realmentenão fiquei satisfeita com essa, tenho certeza que poderia ter saído melhor, pensei até em mudar um pouco os rumos da história.... mas minha falta de temo me fez desistir e deixá-la crua como se encontra.
Apesar d td espero q gostem ... ainda não sei ql será minha próxima postagem ....
mas em breve decido ..
bjoo

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Um Amor Quase Perfeito - Cap. 18


E depois...

Devido ao rumo que as coisas tomaram fui conversar com Carol na prisão, dizia-se arrependida e que tudo o que queria era ter filhos e que não fez por mau. Mas eu via o ódio nos seus olhos como nunca havia visto...
Minha vida havia acabado estava sozinho, sentia-me enganado, traído e sem motivação para viver.
Numa noite após o julgamento que condenou as duas, tinha a sensação de “justiça feita” decidi suicidar-me (confesso não ter pensado nos gêmeos ao tomar essa decisão) já estava sentado em cima ao prédio do meu trabalho, acima de seu décimo quinto andar, sentei-me e pensando nos últimos acontecimentos vi uma mulher... ela olhou para mim e disse:
- Não me diga que quer se matar também?
- Digo sim...
- Então arranje outro edifício que este aqui já é meu!
Depois disso estou vivendo com ela graças a ela não me matei e sobrevivi o suficiente para estar aqui e escrever este livro...



FIM!

Um Amor Quase Perfeito - Cap. 17


Explicações.

Lembro- me muito bem até hoje, palavra por palavra o que me disseram naquele dia, o dia em que minha vida que já estava desmoronando foi abaixo de vez.No momento que entrei na sala do delegado ele olhou muito sério para mim e antes que eu dissesse qualquer coisa começou a falar:“ Eu sei que não sabia de nada, essas duas mulheres são duas assassinas estão sendo responsabilizadas pelos assassinatos de sua irmã, seu cunhado e seu amigo Paulo. Nós andamos fazendo muitas investigações, como vocês já disseram no depoimento Carol sempre quis ter filhos, foi o que a levou a matar sua irmã e o marido, ela queria ficar com as crianças. O encontro entre vocês e o casal Ana e Paulo na lua de mel foi todo arquitetado por elas. Ana matou o marido para herdar a herança e se livrar das implicâncias que ele tinha com ela graças a pequenos detalhes domésticos... As duas conheciam-se dês de a infância e foi aí que mataram os o próprio pai, ah já ia me esquecendo são irmãs por parte de pai, voltando ao assunto ... mataram-no por que não queria deixa-las sob a guarda de suas mães...depois disto mudaram de nome e foram viver pelo mundo foragidas e até esquecidas até hoje.E para poder prende-las precisávamos de provas, encontramos fios de cabelos nas vítimas e uma marca na madeira da cama de cada uma das vítimas: uma estrela dentro de um círculo. A mesma tatuagem que as duas tem no pescoço. Com isso serão julgadas em breve e mui possivelmente condenadas a muitos anos de prisão.”Ouvi tudo isto calado, não sabia como reagir esta não era a doce, simples, simpática, carinhosa e delicada Carol que eu conheci, eu não convivi com este monstro que me disseram. Ia-se embora meu amor perfeito...Naquele dia passei mal e fui hospitalizado.

domingo, 27 de julho de 2008

Um Amor Quase Perfeito - Cap. 16

Um susto

Numa segunda-feira pela manhã a polícia veio até minha casa. Levou –nos uma intimação, deveríamos depor sobre a morte de Paulo.
E assim o fizemos. Após nosso depoimento imediatamente expediram uma mandato de prisão para Ana e Carol, eu fiquei sem entender nada e me irritei: o que eles acham que estão fazendo?
Pediram para eu me conter, me levaram até a sala do delegado.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Um Amor Quase perfeito - Cap. 15

Uma Nova Perda.

Paulo, desta vez havia sido Paulo a vítima, mais um assassinato, mais suspeitas recaem sobre Ana, confesso que cheguei a pensar seriamente que Ana poderia vir a ser a assassina.
O crime? Estava certamente ligado ao outro, o mesmo tipo de assassinato, a facadas em lugares bem parecidos, desta vez minha esposa havia estado com o casal um dia antes e alegou Ter ouvido uma pequena discussão entre o casal, porém nada que se possa desconfiar.
Desta vez a polícia estava mais intrigada e cada vez menos expunha-nos os fatos, eu queria justiça e ajudava-os no que podia...
Naquele dia encontrei Carol no quarto, chorando desesperadamente. Perguntei a ela o que havia acontecido, embora não tenha estranhado esta reação, ela sempre foi muito sensível e chorava com facilidade. Ela me disse soluçando:
- Eu já não agüento mais tantas mortes tantas desgraças, eu não quero mais, não quero mais, não quero , não quero , mas eu não posso eu já nem sei mais , não quero , não , não quero.
Depois de dizer isto desmaiou.
Levei-a ao médico e também ao psicólogo, ambos disseram que era conseqüência dos últimos acontecimentos e recomendaram que ela não passasse mais por fortes emoções.
Ana apesar de estar cheia de problemas por ser acusada pelos assassinatos estava sempre conosco e dando apoio a Carol , que parecia sentir- se bem melhor ao seu lado...
Ana realmente não podia ser uma assassina.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Um Amor Quase perfeito - Cap. 14

Uma Tentativa.

Uma tentativa. Sim uma tentativa de voltar a normalidade, mas apenas uma tentativa era impossível nossa vida havia tido uma louca reviravolta na ultima semana, a falta que Lisa e seu marido nos fazia, e que atormentava mais ainda as crianças que choravam muito. A própria presença das crianças... não éramos acostumados a viver em mais de dois em uma casa, todavia estávamos nos saindo bem.

Não dava para voltar a uma vida normal com a constante presença de investigadores em nossa casa, que cada vez mais encontravam perguntas a serem feitas.

Ana, Ah! Pobre Ana...não acredito que seja ser tão dissimulado a ponto de matar minha irmã, como a polícia andava achando, e ainda ir chorar em seu velório. Decerto andam considerando demasiadamente aquela briga boba que tiveram ambas naquela triste noite.

Mas... quem poderia Ter feito aquela maldade, o crime parecia perfeito demais. Que eu soubesse Lisa e seu marido nunca tiveram “inimigos” ou ao menos desavenças com ninguém, muito pelo contrário, muitas pessoas eram gratas a minha irmã por Ter cuidado com tanto carinho de suas crianças, como médica pediatra.

Meu Deus, como isso pode acontecer...

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Um Amor Quase perfeito - Cap. 13


O dia seguinte.

Como podem imaginar o dia seguinte foi terrível, Ter que cuidar dos problemas do velório e do enterro. E tentar ser forte diante dos fatos, minha irmã era tudo para mim uma pessoa que sinceramente não merecia morrer, ela e o marido muito jovens para um destino tão cruel... Os gêmeos do alto de seus 2 anos de idade, perguntavam de seus pais, e Carol tentava explicar a eles de uma maneira que só ela sabia falar esse tipo de coisa, ela já nem parecia tão abalada, para que as crianças não sofram mais... Ana e Paulo, foram ao velório e ao enterro, ambos pareciam muito tristes com o fato ocorrido. Eu estava tão ocupado que mal pude falar com eles, mas nos encontramos depois do enterro na delegacia para prestar depoimento sobre a noite do assassinato. Um por um fomos interrogados, na verdade relutei em ser interrogado neste dia pois não era nada confortável para nenhum de nós falar sobre esse acontecimento ainda tão recente, contudo respondemos as perguntas e nos livramos desta obrigação. Ganhamos a guarda temporária dos gêmeos, o que já era de se esperar, éramos a família mais próxima deles, e Carol já tinha muita prática em cuidar dessas crianças.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Um Amor Quase perfeito - Cap 12.

Uma ligação no meio da noite.

De madrugada acordei com o barulho do telefone e vi Carol de pé:

- você já estava acordada?

- Sim fui ao banheiro...

- Traga o telefone até mim.

- Aqui...

Atendi e tudo o que pude dizer foi... “estou indo aí!”

Olhei para Carol com meus olhos cheios de lágrimas:

- Minha irmã...

- O que houve? Disse ela já preocupada.

- Está morta, foi assassinada! Ela e o marido.

- Mas como? Quem fez isso, e as crianças?

Após este dialogo pegamos o carro e fomos até a casa de Lisa. Encontramos muito policiais lá, e tive que dolorosamente ver o local do crime; o quarto do casal. As crianças dormiam inocentes sem nem saber a desgraça que as cercavam.

Sofri muito com a morte de Lisa, foi assassinada covardemente com facadas enquanto dormia, assim como seu marido. Ao menos as crianças foram poupadas. Levamo-as para casa naquela noite.

Carol parecia estar sofrendo demais com a morte de minha irmã, sua amiga, mas cuidava com imenso carinho de seus sobrinhos.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Um Amor Quase perfeito - Cap 9.


Cap. 11 uma pequena discussão

Quando saímos certo Sábado, minha irmã pode nos acompanhar ela e seu marido, as crianças ficaram com a babá. Estávamos nos divertindo muito Carol um tanto preocupada com os sobrinhos: Esta mulher é mesmo de confiança? ... fora isto tudo bem.

Ana estava belíssima com seu vestido novo que ela não fazia a mínima questão de esconder:

- É novinho de uma grife Caríssima, um estilista famosíssimo.

É eu não havia dito... Ana tem um lado meio “perua” mas tem um bom coração.

Quando notei a movimentação entre elas olharam para mim dizendo:

- Vamos ao toalete esperem só um pouquinho.

Virei-me discretamente para o lado de Paulo:

- Ih! Podemos esperar sentados ... você sabe, quando elas vão em grupo ao banheiro geralmente demoram...

- É. Disse ele com um sorriso cúmplice.

Meia hora depois elas estavam de volta...

- Vamos, vamos embora de repente o ambiente começou a pesar, tchau Carol, tchau Ezequiel! Disse Ana puxando o marido que assim como eu não estava entendendo nada. Ele se despediu também e foram, Caro ainda tentou insistir para que ficassem, mas não teve jeito.

Fomos então todos embora Lisa também não parecia muito feliz...

Em casa Carol me explicou o que houve... Parece que Lisa e Ana discutiram porque segundo Carol Lida derrubou sem querer um gloss liquido no vestido de Ana, que virou uma fera por isso e as duas discutiram quase brigaram fisicamente... uma bobagem...

terça-feira, 20 de maio de 2008

Um Amor Quase perfeito - Cap 10.

Ana e Paulo.

Ana e Paulo, casal simpaticíssimo de amigos. Saiamos sempre aos sábados para jantar em um restaurante e as vezes para dançar, raramente minha irmã e seu marido nos acompanhavam.

Nós os conhecemos na nossa lua de mel eles também eram recém-casados e as circunstancias trouxeram nossa amizade.

Ana mulher simples e bonita, olhos mestiços repuxados e muito jovem. Ela também não tinha filhos mais poderia te-los se quisesse.

Paulo jovem também mas muito trabalhador , brincalhão e bem apessoado.

A decisão de não ter filhos até então veio dos dois que queriam curtir a vida estavam casados já a algum tempo mas ainda eram jovens, pareciam dois adolescentes quando estavam juntos, mas eram pessoas de caráter já bastante amadurecido.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Um Amor Quase perfeito - Cap 9.

Alguns Anos Depois...

Vivemos muito bem os primeiros anos de casamento, Carol começou a escrever poesias, já estava lançando seu segundo livro, o primeiro denominava-se “Versos Sem Nome” que incluía no fim uma certa historia, um romance policial, achávamos incrível como Carol descrevia os sentimentos das personagens, principalmente do psicopata da história, fez um sucesso até considerável.

Os livros que ela escreve tentam preencher o vazio deixado nela ao descobrir que é estéril, ela quase entrou em depressão por isso, mas minha irmã como amiga que se tornara de minha esposa, ajudou-a a superar esta fase.

Seu grande sonho de infância além de ser escritora era o de ter filhos especialmente gêmeos. Pensamos em adotar mas ela pediu um tempo para refletir e se recompor da descoberta.

Eu também sofri muito, queria tanto Ter filhos, filhos meus! Mas tive que ser forte para que carol não piorasse.

Nosso hábito de ir à biblioteca aos sábados já tinha se extinguido, eu trabalhava demais, e ela, ela tinha quase que uma biblioteca particular em casa.

Minha irmã lisa já tinha dois filhos, um adorável casal, ironicamente gêmeos. Carol adorava ir visita-los e sempre dispunha-se a cuidar das crianças que a adoravam. Ela parecia nascida para ter filhos e também por ironia do destino não os tinha. Mas sempre que pensava nisso conformava-se ao cuidar de seus sobrinhos.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Um Amor Quase perfeito - Cap 8.


O pedido.

Cheguei com um buque de rosas vermelhas e sem lhe dar oportunidade de questionar comecei a recitar:

Balada do amor através das idades.

(Carlos Drummond de Andrade)

Eu te gosto, você me gosta

desde tempos imemoriais.

Eu era grego, você troiana,

troiana mas não helena.

Saí do cavalo de pau

para matar seu irmão.

Matei, brigamos, morremos.

Virei soldado romano,

perseguidor de cristãos.

Na porta da catacumba

encontrei-te novamente.

Mas quando vi você nua

caída na areia do circo

e o leão que vinha vindo,

dei um pulo desesperado

e o leão comeu nós dois.

Depois virei pirata mouro,

flagelo da tripolitânea.

Toquei fogo na fragata

onde você se escondia

da fúria de meu bergantim

Mas quando ia te pegar

e te fazer minha escrava

você fez o sinal-da-cruz

e rasgou o peito a punhal...

Me suicidei também.

Depois (tempos mais amenos)

fui cortesão de versailles,

espirituoso e devasso,

Você cismou em ser freira...

Pulei o muro do convento

mas complicações políticas

nos levaram a guilhotina.

Hoje sou moço moderno.

remo, pulo, danço, boxo

tenho dinheiro no banco

Você é uma loura (ruiva) notável,

boxa, dança, pula, rema

Seu pai é que não faz gosto

Mas depois de mil peripécias,

eu, herói da paramount

te abraço, beijo e casamos.

- Casa comigo? Falei como se apelasse .

E ela fez como no poema: me abraçou, me beijou e casamos logo após a minha formação na faculdade.

Um Amor Quase perfeito - Cap 7.


Séria e linda decisão

Estava tudo tão perfeito que em seis meses de namoro resolvi pedi-la em casamento.

Encontrei uma maneira de fazê-lo que sabia que ela amaria, mas mesmo assim estava nervoso, afinal poderia levar um não educado na cara. Nós só estávamos juntos a meio ano.

Faltava uma semana para o casamento de minha irmã e então com a desculpa de que tinha que ajuda-la em uns detalhes, pedi para que ela fosse sozinha a biblioteca e disse que se pudesse apareceria. Sem relutar aceitou a proposta e foi.


quinta-feira, 15 de maio de 2008

Um Amor Quase perfeito - Cap 6.

Perfect

Naquele dia conversamos muito descobrimos muitas coisas em comum, tornamo-nos bons amigos, e em pouco tempo já estávamos namorando. E ela parecia verdadeiramente especial, perfeita para mim, todas nossas idéias batiam, e nos divertíamos muito juntos estava tudo muito perfeito nunca havia visto algo dar tão certo!

Lembram do livro q peguei naquele primeiro sábado na biblioteca? Era o livro que ela procurava, poesia era uma de suas paixões como era para mim também. Nós nos dávamos tão bem que parecíamos nos conhecer já de outras vidas, era o que ela me dizia quando ia lá em casa observar as estrelas comigo, ela dizia-se compulsiva por estrelas.

Ah! Outro detalhe o primeiro beijo que ela me deu, isso mesmo ela tomou iniciativa, foi depois de ler uma poesia de Drummond.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Um Amor Quase perfeito - Cap 5.

Cadê ela?

Na semana seguinte eu já estava lá há meia hora, no mesmo horário da semana passada, e ela não aparecia. Fiquei enrolando até ela aparecer. Quando ela chegou tive vontade de ir até ela e cobrar seu atraso, mas, que atraso? Não marcamos nada! Achei melhor esperar ela falar comigo, mas não resisti e me dirigi até ela:

- Oi! E ela com um sorriso triste me respondeu:

- Oi! Como vai ?

- Bem e você ?

- Bem, e sua namorada?

- Namorada? Fingi que não, mas lembrei do episódio do Sábado passado.

- É! A moça que estava com você na biblioteca da última vez.

- Ah! Minha nossa, aquela é minha irmã.

- Desculpe-me a gafe!

- Sem problemas. Ela parecia verdadeiramente envergonhada, e sem jeito.

terça-feira, 13 de maio de 2008

Um Amor Quase perfeito - Cap 4.


E Carol?

No caminho para casa fui pensando: e Carol ara onde foi, ela disse que eu esperasse ali mas não apareceu, ou apareceu, vai ver eu já não estava mais quando ela apareceu, ou então ela me viu com Lisa, pode Ter pensado que é minha namorada ou talvez eu tenha dito algo que não a agradou e ela tenha achado mais discreto pedir para eu esperar e sumir. Pára, para tudo, minha imaginação está muito fértil hoje ela não faria isto... o que eu estou dizendo...eu nem conheço ela como posso saber se ela não faria isto ou não?

Ahh! É melhor parar, que importa minha imaginação, só vou saber o que houve quando for à biblioteca semana que vem, bem, se ela for...

É pensamento positivo “ela vai!”.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Um Amor Quase perfeito - Cap 3.


Um pouco mais sobre eu e Lisa.

Ela me abraçou e me beijou no rosto e fomos embora! Eu e lisa sempre nos demos muito bem desde criança, sempre tivemos nossas briguinhas saudáveis de irmãos mas isso já passou a “alguns” anos. Ela, ao contrário de mim teve muito sucesso na carreira, e olha que é minha irmã mais nova. Tenho orgulho dela, é uma pediatra de sucesso!

Já eu desenvolvi meu gosto pelo conhecimento um tanto tarde, terminei meu ensino médio sem repetir nem um ano porém, não entrei logo para uma faculdade, agora estou cursando o terceiro ano de astronomia, sou fascinado por estrelas e pelos mistérios que esse céu nos esconde.

Lisa está noiva, vai se casar em 23 de setembro, ama a primavera como ama crianças, por isso a data.

Eu trabalho no correio para tentar manter-me estudo em uma faculdade pública, mas tenho que comprar livros, entre outras coisas... por isso trabalho.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Um Amor Quase perfeito - Cap 2.

Na biblioteca.

Na semana seguinte retornei.

E ao encontrar o livro que queria tentei retira-lo de seu lugar na estante, e ao conseguir derrubei mais uns três livros junto, graças ao “buraco que abri na estante pude ver do outro lado o outro corredor.

- Carol!?!

- Como sabe meu nome?

- Eu te atendi no correio semana passada... Não lembra?

- Ah! Desculpe-me sou tão distraída que nem ao menos sou capaz de guardar uma fisionomia.

- Não se desculpe quem se lembraria de um atendente de correio...

- Quem se lembraria de uma das centenas de pessoas que devem passar por lá diariamente? Disse ela com uma fisionomia um tanto enigmática ao mesmo tempo engraçada. – nem ao menos sei seu nome!

- Claro, eu já deveria Ter me apresentado, prazer Ezequiel.

- Hum! Que nome diferente, mas bonito. Espere aí!

Então ela saiu do meu limitado campo de visão, e eu fiquei a arrumar os livros que havia derrubado! E comecei a foliar o livro que pretendia levar. Quando sinto duas mãos frias tampando meus olhos. E num impulso digo :

- Carol!

- Carol? Quem é essa?

Me virei para trás já com os olhos destampados e vi, minha irmã com as mãos na cintura e a sobrancelha esquerda arqueada com cara de interrogação (curiosidade).

- Uma amiga, que estava conversando comigo à pouco.

- Sei amiga... Eu percebi o jeito como você pronunciou “Carol”.

- Lisa, Você percebe coisas demais! Disse eu em tom de brincadeira.



quinta-feira, 8 de maio de 2008

Um Amor Quase perfeito - Cap 1.

Primeiro encontro.

Era manhã chuvosa, eu entediado, atendia aos poucos clientes que esperavam mui pacientes para mandar suas cartas, ou pagar suas cobranças.

Enquanto trabalhava, para aliviar o tédio dispersava o olhar, olhava envolta para os rostos das pessoas ali presentes, e a comum paisagem ao redor... Foi numa dessas olhadelas que quando com o olhar direcionado ao rumo da porta, não pude deixar de notar uma jovem que acabava de entrar com o cabelo molhado, desajeitada, lutando com o guarda-chuva, tentando fecha-lo. Ela direcionou-se a fila de espera, e eu tentava não olhar mais, contudo sua beleza era estonteante e delicada, olhos castanhos que a luz tornava quase verdes, cabelos longos avermelhados e ondulados, lábios carnudos e rosados, pele clara com bochechas rosadas.

Algo caiu e chamou novamente minha atenção ao meu trabalho. Mesmo com o pensamento “nela” continuei meu trabalho , um pouco mais distraído, mas continuei a trabalhar... a fila foi andando e finalmente a vez de a tende-la chegou:

- bom dia! Só um minutinho por favor.

E nesse “minutinho” ela revirou os bolsos do casaco até achar um envelope, eu paralisado até aí não disse nada.

- aqui! – exclamou ela, provavelmente falando sozinha, eu sem graça dei um sorriso cúmplice- quero enviar esta carta.

- Nossa esta carta vai para longe, a senhorita tem parentes na Itália?... perdoe-me a intromissão.

- Ah! esquece, não precisa se desculpar só não me chame de senhorita, prazer, Carolina, mas pode me chamar de Carol – estendeu inconvenientemente sua mão sobre o balcão...qual mesmo seu nome?... ah.. tenho parentes lá sim... na verdade a maior parte de minha família.

- Certo.. é... R$ 1,75... senh...Carol.

- Ah! sim ... obrigada, Tchau.

- !

E assim ela se foi, o seu sorriso maroto ficou marcado na minha memória. Mas eu tinha a certeza Que a veria novamente. E o dia foi passando eu tentando não pensar mais naquela mulher que me tirara a concentração.

E nisso passei a semana inteira esperando inutilmente que ela entrasse por aquela porta e conversasse comigo como fez naquela manhã chuvosa.

No Sábado como de costume fui a biblioteca municipal, sempre gostei muito de ir a biblioteca um ambiente muito agradável, uma bela construção com colunas gregas e ar de antigüidade por fora, por dentro mais aos fundos, estantes gigantescas de pura madeira escura cheias de livros, separados por seções, mais a frente dezenas de escrivaninhas com abajures de luz bem forte para leitura, e perto da entrada um balcão onde ficava a “mocinha” que registrava os livros que eram emprestados e ajudava pessoas que “perdiam-se” em meio aquele labirinto de estantes.

Mas curiosamente essa semana ela não estava lá, e graças a isso livros não estavam sendo emprestados (como me disse o segurança ali presente) resolvi ler um pouco por ali mesmo e retornar na semana seguinte para enfim pegar emprestado o livro que desejava, era um livro de Drummond com poesias lindas (adoro poesias).

E assim o fiz.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

** The first/ The Begin**


Talvez uma história romântica, talvz misteriosa... sabe eu mesma ainda não sei... mas a minha intenção ao criar este blog foi divulgar alguns textos meus.. mas hj ainda estou decidindo cmo isso vai ser ... amanhã posto de verdade! Obrigada!